domingo, 17 de fevereiro de 2013

Receitas


Objetivos:
- Identificar portador textual, finalidade e função da leitura de um texto instrucional (receita);
- Compreender e interpretar diferentes tipos de textos:
- Apropriar-se das características centrais desse gênero textual;
- Produzir esse tipo de texto com autonomia.

Sequência Didática:
Ativ. 1 - Eleger uma receita típica, saudável e de fácil preparo e afixá-la no mural da escola;
Ativ. 2 - Levar um ou mais livros de receitas para a sala e deixar os alunos manuseá-los. Escolher uma receita (Bolo de Cenoura) para trabalhar nesse dia. Auxiliá-los a identificar as características do texto, lê-lo, explorar suas partes e orientar os alunos na resolução das atividades.
Ativ. 3 - Leia com os alunos o nome das receitas que foram sugeridas e peça para que cada um vote em uma delas.
Ativ. 4 - Preparar a receita junto com os alunos. Relembrar aos alunos que, na escrita da receita, primeiro, deverão escrever os nomes dos ingredientes. À medida que forem executando a receita, chamar atenção para o modo como ela está sendo preparada. Ao finalizar a receita, relembrar com os alunos todos os passos que seguiram para em seguida escrevê-la coletivamente.
Ativ. 5 - Copiar a receita no caderno e lê-la.


Escola Municipal Lucinda Fernandes Madeira


Assunto: Texto instrucional - gênero: receita

Aluno(a): _______________________ Data: _____/_____/_____

 

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Bolo de Cenoura

Rendimento: 15 porções
Tempo de Preparo: 50 minutos

Ingredientes

Massa
2 unidade(s) de cenoura picada(s)
2 xícara(s) (chá) de açúcar
3 unidade(s) de ovo
1 xícara(s) (chá) de óleo de soja 
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 colher(es) (sopa) de fermento em pó

Cobertura
2 colher(es) (sopa) de margarina  
4 colher(es) (sopa) de água
4 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
4 colher(es) (sopa) de açúcar

Modo de Preparo

Massa

Bata os quatro primeiros ingredientes da massa no liquidificador . Em seguida, coloque numa tigela a farinha de trigo e o fermento em pó e misture com a massa batida no liquidificador . 

Asse em fôrma tipo para pudim, média, untada e polvilhada com farinha de trigo, em forno a 150°(médio).


Cobertura
leve a margarina ao fogo até derreter. Misture os demais ingredientes, mexendo até soltar da panela. Faça furinhos no bolo de cenoura com o garfo e jogue a cobertura ainda quente.
 
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Atividades:

 1. Circule o título da receita e copie-o no seu caderno.
2. Sublinhe o item INGREDIENTES e leia quais são eles.
3. Sublinhe o item MODO DE FAZER e leia como se faz o bolo de cenoura.
4. Circule os itens RENDIMENTO e TEMPO DE PREPARO. Depois copie no seu caderno.





Biografia



Escola Municipal Lucinda Fernandes Madeira
Assunto: Texto Informativo – Biografia
Aluno(a): ________________________________ Data: _____/_____/_____

Biografia de Cecília Meireles:

Cecília Meireles (1901-1964) foi poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Com 18 anos estreia na literatura com o livro "Espectros". Em 1939 publicou "Viagem" livro que lhe deu o prêmio de poesia da Academia Brasileira de Letras.

Cecília Meireles nasceu no Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1901. Órfã de pai e mãe, aos três anos de idade passa a ser criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Fez o curso primário na Escola Estácio de Sá, onde recebeu das mãos de Olavo Bilac a medalha do ouro por ter feito o curso com louvor e distinção. Formou-se professora pelo Instituto de Educação em 1917. Passa a exercer o magistério em escolas oficiais do Rio de Janeiro.

Em 1922 casa-se com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas. Viúva, casa-se pela segunda vez com o engenheiro Heitor Vinícius da Silva Grilo, falecido em 1972. Estudou literatura, música, folclore e teoria educacional. Colaborou na imprensa carioca escrevendo sobre folclore. Atuou como jornalista em 1930 e 1931, publicou vários artigos sobre os problemas na educação. Fundou em 1934 a primeira biblioteca infantil no Rio de Janeiro.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles morre no Rio de Janeiro no dia 9 de novembro de 1964. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Cecília Meireles é homenageada pelo Banco Central, em 1989, com sua esfinge na cédula de cem cruzados novos.





Poesias

Objetivos:

- Desenvolver o prazer da leitura
- Identificar a finalidade e função da leitura
- Compreender e interpretar este gênero textual
- Identificar as características deste gênero textual

Sequência didática:
- Conversa para a introdução do assunto, contato com o gênero poema e contextualização;
- Conhecendo elementos que constroem poema e leitura individual e silenciosa;
- Declamação de poemas e produção coletiva de um poema;
- Produção individual de um poema;
- Exposição dos poemas em varal ou mural.

 Passarinho no Sapé
(Cecília Meireles, 1987, p. 104)
     

P tem papo
o P tem pé.
É o P que pia?
(Piu!)
Quem é?
O P não pia:
O P não é.
O P só tem papo
e pé.
Será o sapo?
O sapo não é.
(Piu!)
É o passarinho
que fez seu ninho
no sapé.
Pio com papo.
Pio com pé.
Piu-piu-piu:
Passarinho.
Passarinho
no sapé.



Ciranda
(Cecília Meireles) 

Eu queria ser a rosa
lá-lá-rá-lá-lá-lá-lá,
E, vivendo num jardim,

Ter besouros, borboletas,
lá-lá-rá-lá-lá-lá-lá,
Cirandando ao pé de mim ! ...

Eu queria ser a praia,
Ló-ló-ró-ló-ló-ló-ló.
Onde as ondas vão brincar;

E seria toda a vida,
Ló-ló-ró-ló-ló-ló-ló.
Bem querida pelo mar !

Eu queria ser estrela,
Li-li-ri-li-li-li-li,
sendo a noite minha irmã,
Para despontar à tarde,
Li-li-ri-li-li-li-li,
E esconder-me de manhã ! ...


As meninas
(Cecília Meireles)

Arabela
abria a janela.
Carolina
erguia a cortina.
E Maria
olhava e sorria:
"Bom dia!"
Arabela
foi sempre a mais bela.

Carolina
a mais sábia menina.
E Maria
Apenas sorria:
"Bom dia!"
Pensaremos em cada menina
que vivia naquela janela;
uma que se chamava Arabela,
outra que se chamou Carolina.

Mas a nossa profunda saudade
é Maria, Maria, Maria,
que dizia com voz de amizade:
"Bom dia!"





 A Língua do Nhem
(Cecília Meireles)

Havia uma velhinha
que andava aborrecida
pois dava a sua vida
para falar com alguém.
.E estava sempre em casa
a boa velhinha
resmungando sozinha:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...
O gato que dormia
no canto da cozinha
escutando a velhinha,
principiou também
a miar nessa língua
e se ela resmungava,
o gatinho a acompanhava:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...
Depois veio o cachorro
da casa da vizinha,
pato, cabra e galinha
de cá, de lá, de além,
e todos aprenderam
a falar noite e dia
naquela melodia
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

De modo que a velhinha
que muito padecia
por não ter companhia
nem falar com ninguém,
ficou toda contente,
pois mal a boca abria
tudo lhe respondia:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

Historinhas em Quadrinho

            Em nosso planejamento estão listados alguns gêneros textuais que deverão ser trabalhados no 1º bimestre. Resolvi separar os textos por gênero para facilitar a visualização. Os créditos das três primeiras atividades são do Blog Mistura de Alegria que sigo e recomendo.















sábado, 16 de fevereiro de 2013

Os numerais de 0 à 100 por extenso


Escola Municipal Lucinda Fernandes Madeira


 Os Numerais de 0 à 100 por extenso.

0 zero
10 dez
20 vinte
1 um
11 onze
30 trinta
2 dois
12 doze
40 quarenta
3 três
13 treze
50 cinquenta
4 quatro
14 quatorze
60 sessenta
5 cinco
15 quinze
70 setenta
6 seis
16 dezesseis
80 oitenta
7 sete
17 dezessete
90 noventa
8 oito
18 dezoito
100 cem
9 nove
19 dezenove


 Aluno: ______________________________________